Raiada de vedete.

2 01 2010

“Foi presunção minha querer alterar a língua dela. Se não é inglês, é uma língua de qualquer maneira e quanto mais longe se acompanha a mesma, mais vital e necessária ela parece. É uma violação de língua que corresponde à violação de pensamento e sentimento. Não podia ter sido escrito num inglês que qualquer escritor capaz consegue usar…
Acima de tudo é a língua da modernidade, a língua de nervos, repressões, pensamentos dissimulados, processos inconscientes, imagens não inteiramente divorciadas de seu conteúdo onírico: é a língua dos neuróticos, dos pervertidos, ‘raiada de vedete’, como Gaultier colocou, referindo-se ao estilo da decadência…”

Anais Nin. Livro “Henry e June”.


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