Caindo um pouco para levantar novamente.

31 01 2010

“Não importa se somos fortes, traumas sempre deixam uma cicatriz. Seguem-nos até nossas casas, mudam nossas vidas. Traumas derrubam a todos, mas talvez essa seja a razão. Toda a dor, o medo, as idiotices. Talvez viver isso é que nos faz seguir adiante, é o que nos impulsiona. Talvez precisamos cair um pouco para levantar novamente.”

“Doesn’t matter how tough we are, trauma always leaves a scar. It follows us home, it changes our lives, trauma messes everybody up, but maybe that’s the point. All the pain and the fear and the crap. Maybe going through all of that is what keeps us moving forward. It’s what pushes us. Maybe we have to get a little messed up, before we can step up.”

Seriado Grey’s Anatomy. Episódio 19 da 5ª temporada.

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Tempo emprestado.

31 01 2010

“Maybe because life and mortality are in our faces all the time. Maybe because in staring down death everyday, we’re forced to know that life, every minute is borrowed time. And each person, we let ourselves care about is just one more loss somewhere down the line.”

“Talvez porque vida e morte estão à nossa frente o tempo todo. Talvez por encararmos a morte todo dia, somos forçados a saber que a vida, a cada minuto, pega tempo emprestado. E cada pessoa que passamos a gostar é apenas mais uma perda no caminho”

Seriado Grey’s Anatomy. Episódio 18 da 5ª temporada.





Sub especie aeternitatis

29 01 2010

“Desde cedo, aceitou a visão sub species aeternitatis de Spinoza, isto é, ver o mundo e os fatos sob a perspectiva da eternidade. Concluiu que se pode compreender melhor a condição humana não sendo parte dela, mas estando à parte.”

“Spinoza gostava de usar uma expressão latina, sub especie aeternitatis, que significa do ponto de vista da eternidade. Dizia que os fatos perturbadores do cotidiano ficam menos complicados se forem vistos sob a perspectiva da eternidade.”

Irvin D. Yalom. Livro “A cura de Schopenhauer”.





Aquecendo a cera…

29 01 2010

“Schopenhauer disse que, usando um pouco de amizade e afeto, é possível manipular as pessoas da mesma forma que é preciso aquecer a cera para usá-la.”

Irvin D. Yalom. Livro “A cura de Schopenhauer”.





Porcos-espinhos

29 01 2010

“Não pense que estou questionando a existência de necessidades interpessoais básicas. Schopenhauer disse que os bípedes – termo dele – precisam se juntar em volta do fogo para se aquecer. Mas avisou do perigo de se machucarem por ficarem muito perto do fogo. Ele gostava dos porcos-espinhos, que se encostam para se aquecerem, mas usam os espinhos para manter uma distância.”

Irvin D. Yalom. Livro “A cura de Schopenhauer”.





A loucura e o vício alheios.

29 01 2010

“Devemos encarar com tolerância toda loucura, fracasso e vício dos outros, sabendo que encaramos apenas nossas próprias loucuras, fracassos e vícios. Pois elas são os fracassos da humanidade à qual também pertencemos. Assim temos os mesmos fracassos em nós. Não devemos nos indignar com os outros por esses vícios apenas por não aparecerem em nós naquele momento.”

Arthur Schopenhauer. Livro “Parerga e Paralipomena”.





O mérito interior…

29 01 2010

“A auto-estima baseada no mérito interior resulta numa autonomia que não pode ser tirada de nós (fica em nosso poder), enquanto a fama jamais está em nosso poder.”

Irvin D. Yalom. Livro “A cura de Schopenhauer”.