Cão ou cavalo

23 11 2009

“(…)você sabe muito bem que ela não me esqueceu! Sabe tão bem quanto eu que, para cada vez que ela pensa em Linton, pensa mil vezes em mim.(…)Mesmo que ele a amasse com todas as forças do seu insignificante ser, não poderia amá-la, em oitenta anos, tanto quanto eu num só dia. E Catherine tem um coração tão profundo quanto o meu: era mais fácil o mar caber todo naquela manjedoura do que o coração dela ser monopolizado por ele! Ora, ele é pouco para ela, do que seu cão ou seu cavalo. Não pode ser amado como eu sou. Como é que ela poderia amar nele o que ele não tem?”

Emily Bronte.”O morro dos ventos uivantes”.


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